Acordei tarde depois da noitada do dia anterior. Desci pro café, encontrei as meninas com cara de derrota e a Roberta ficou de fazer o free tour comigo pois a guia era a que foi no pub crawl conosco.
Eu nao sou de fazer esses free tour pois já havia tentado em Paris e detestado. Mas fui lá testar.
O free tour foi divertido porque a Íris que era a guia era divertidissima e a cidade era linda, um charme e fazia um sol maravilhoso.
Andamos por todo o centro histórico da cidade, vimos os monumentos, a Íris explicou algumas coisas e conversamos bem.
A Roberta havia trancando as coisas no armário do hostel e a fechadura havia emperrado, entao ela deixou o tour o meio, voltou no hostel e encontrou a gente depois.
Saímos eu e Roberta para visitar a Vila Nova de Gaia que ficava do outro lado da ponte e era tipo uma Niterói, era o lugar com a melhor vista do Porto.
Almoçamos num restaurante ótimo, comemos muito bem, pegamos o teleférico e voltamos para o Porto para Irma torre dos clérigos ver a cidade de cima.
Corremos e chegamos na torre um minuto depois de ela ter fechado.
Largamos de lado e fomos bater perna. Andamos, vimos mais da cidade e voltamos pro hostel para cochilar, eu arrumar a mala e depois íamos jantar.
Eu pegaria o trem para Lisboa no dia seguinte de manha cedo. Arrumei tudo, tirei um baita cochilo e depois fomos jantar.
Acabamos jantando no Mc Donalds pois dormimos muito e já estava tarde.
Comemos e fomos dormir.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Braga e Guimarães, dia de novos amigos - dia 04/01
Acordei e fui tomar café com a roupa que eu usei pra dormir, uma calça de tactel e uma camisa do Brasil.
No café uma garota viu a camisa e veio puxar assunto. Começamos a conversar e ela disse que ia para Aveiros aquele dia e eu disse que queria ir para Braga e Guimarães e ela disse que também queria mas que nao tinha cia, e pra Aveiros umas amigas que ela fez na viagem iriam. Entao eu perguntei se ela topava ir pra Braga e pra Guimarães que eu mudava meus planos e a gente ia naquele dia mesmo.
Ela topou, desmarcou com as amigas e lá fomos bois dois pegar o trem. Antes de ir pegar o trem lembramos que nem tínhamos nos apresentado, viagem tem disso, os planos batem, as pessoas se juntam e depois lembram que nem se apresentaram rs.
Nos apresentamos e lá fomos eu e a Roberta para a estação de trem, nos enrolamos um pouco mas conseguimos comprar o bilhete. Como já havíamos perdido o primeiro trem demos uma volta na cidade e pegamos o outro trem.
O tempo nao estava muito bom mas Guimarães era uma cidadezinha linda.
Andamos pelo centro histórico e fomos em direção ao castelo da cidade.
Foi divertidissimo dentro do castelo com as escadas terríveis que tinham lá. Roberta quase caiu umas tres vezes rs.
Saindo do castelo fomos atras de saber como fazíamos para ir para Braga.
Chegamos na estação de ônibus e foi um caos ate descobrirmos qual era o ônibus que deveríamos pegar. Pegamos e lá fomos nós falando sem parar.
Conhecer a Roberta do como reencontrar uma velha amiga, pois nosso santo cruzou formidavelmente bem.
Chegando em Braga na estação de ônibus paramos para comer numa lanchonete maravilhosa. Cada doce português.... Era desesperador o tanto que eu imaginava que ia engordar naquele país.
Comemos e fomos pro centro histórico da cidade. Como queríamos ver a igreja de Bom Jesus do Matosinhos fomos descobrir rápido como chegar lá. E acabamos pegando um taxi pois ia escurecer logo.
Chegando na igreja ela tem uma escadaria linda, mas pegamos o bondinho para subir logo e depois desde pelas escadas.
O tempo estava horrível, uma neblina horrorosa onde nao podíamos ver nada. Entramos na igreja, demos uma voltinha e fomos descer as escadas.
O tempo como que por magica melhorou o suficiente para tirarmos as fotos da igreja, da escadaria, e assim que chegamos no final das escadas e tiramos as fotos o tempo fechou de novo.
Pegamos um ônibus e seguimos para a estação de trem para votar para o Porto. Compramos os bilhetes e fomos lanchar.
Falávamos sem parar mas quando entramos no trem bateu a lombeira e o cansaço. Voltamos mais silenciosos e ainda teríamos um pub crawl pela frente.
Chegando no Porto Roberta perguntou se eu podia ir ate a ponte com ela para tirar fotos noturnas. Fomos e tiramos varias fotos.
Chegamos correndo no hostel e o pessoal ainda nao tinha saído, faltava quase uma hora e fomos nos arrumar.
Saímos todos para o pub crawl e descobri a face ruim de Portugal. Lá ainda se pode fumar nos bares, boites e restaurantes. Um saco e um redor horrível de cigarro.
Dos 4 pubs que iríamos naquela noite fomos só a tres e no terceiro o cheiro de cigarro estava insuportável e ae retornamos para o hostel andando eu, Roberta e outra amiga dela.
Os pubs foram bem divertidos, conheci muita gente nova e vi como era a vida noturna na cidade.
O problema na volta pro hostel foi um cara bebado com um amigo e uma garrafa de vidro vazia na mão pedido dinheiro para gente.
A situação tava ficando tensa quando entao chegamos num ponto cheio de taxistas e paramos lá. O cara ficou puto e desceu a rua nos encarando e parou na esquina. Estávamos perto do hostel mas pegamos um taxi ate lá.
Chegamos, pedimos algo para comer e fomos dormir.
No café uma garota viu a camisa e veio puxar assunto. Começamos a conversar e ela disse que ia para Aveiros aquele dia e eu disse que queria ir para Braga e Guimarães e ela disse que também queria mas que nao tinha cia, e pra Aveiros umas amigas que ela fez na viagem iriam. Entao eu perguntei se ela topava ir pra Braga e pra Guimarães que eu mudava meus planos e a gente ia naquele dia mesmo.
Ela topou, desmarcou com as amigas e lá fomos bois dois pegar o trem. Antes de ir pegar o trem lembramos que nem tínhamos nos apresentado, viagem tem disso, os planos batem, as pessoas se juntam e depois lembram que nem se apresentaram rs.
Nos apresentamos e lá fomos eu e a Roberta para a estação de trem, nos enrolamos um pouco mas conseguimos comprar o bilhete. Como já havíamos perdido o primeiro trem demos uma volta na cidade e pegamos o outro trem.
O tempo nao estava muito bom mas Guimarães era uma cidadezinha linda.
Andamos pelo centro histórico e fomos em direção ao castelo da cidade.
Foi divertidissimo dentro do castelo com as escadas terríveis que tinham lá. Roberta quase caiu umas tres vezes rs.
Saindo do castelo fomos atras de saber como fazíamos para ir para Braga.
Chegamos na estação de ônibus e foi um caos ate descobrirmos qual era o ônibus que deveríamos pegar. Pegamos e lá fomos nós falando sem parar.
Conhecer a Roberta do como reencontrar uma velha amiga, pois nosso santo cruzou formidavelmente bem.
Chegando em Braga na estação de ônibus paramos para comer numa lanchonete maravilhosa. Cada doce português.... Era desesperador o tanto que eu imaginava que ia engordar naquele país.
Comemos e fomos pro centro histórico da cidade. Como queríamos ver a igreja de Bom Jesus do Matosinhos fomos descobrir rápido como chegar lá. E acabamos pegando um taxi pois ia escurecer logo.
Chegando na igreja ela tem uma escadaria linda, mas pegamos o bondinho para subir logo e depois desde pelas escadas.
O tempo estava horrível, uma neblina horrorosa onde nao podíamos ver nada. Entramos na igreja, demos uma voltinha e fomos descer as escadas.
O tempo como que por magica melhorou o suficiente para tirarmos as fotos da igreja, da escadaria, e assim que chegamos no final das escadas e tiramos as fotos o tempo fechou de novo.
Pegamos um ônibus e seguimos para a estação de trem para votar para o Porto. Compramos os bilhetes e fomos lanchar.
Falávamos sem parar mas quando entramos no trem bateu a lombeira e o cansaço. Voltamos mais silenciosos e ainda teríamos um pub crawl pela frente.
Chegando no Porto Roberta perguntou se eu podia ir ate a ponte com ela para tirar fotos noturnas. Fomos e tiramos varias fotos.
Chegamos correndo no hostel e o pessoal ainda nao tinha saído, faltava quase uma hora e fomos nos arrumar.
Saímos todos para o pub crawl e descobri a face ruim de Portugal. Lá ainda se pode fumar nos bares, boites e restaurantes. Um saco e um redor horrível de cigarro.
Dos 4 pubs que iríamos naquela noite fomos só a tres e no terceiro o cheiro de cigarro estava insuportável e ae retornamos para o hostel andando eu, Roberta e outra amiga dela.
Os pubs foram bem divertidos, conheci muita gente nova e vi como era a vida noturna na cidade.
O problema na volta pro hostel foi um cara bebado com um amigo e uma garrafa de vidro vazia na mão pedido dinheiro para gente.
A situação tava ficando tensa quando entao chegamos num ponto cheio de taxistas e paramos lá. O cara ficou puto e desceu a rua nos encarando e parou na esquina. Estávamos perto do hostel mas pegamos um taxi ate lá.
Chegamos, pedimos algo para comer e fomos dormir.
Santiago de Compostela, uma peregrinação - dia 03/01
Duas e pouco da manha, todos no trem dormindo, ferrolho trancando a porta da cabine e eis que faz-se um estrondo onde achei que estava tudo caindo.
Apesar de estar numa cabine para quatro pessoas, só havia eu e mais dois e um deles teve um surto, começou a socar e tentar abrir a porta dizendo que alguém havia entrado na cabine.
Eu e o outro cara acordamos no susto, olhamos para o cara que estava atacado e falamos que ninguém podia ter entrado na cabine se ela estava trancada por dentro.
O cara fez uma careta, pediu desculpas e saiu por um tempo da cabine, voltando depois e indo dormir.
O problema é que depois disso eu nao consegui mais dormir direito. Foram horas de mau sono e me revirando na cama.
O pessoal do trem nos acordou quando faltava uns trinta minutos para a chegada. Me arrumei, escovei dente (fui o único quem escovou dente na viagem), peguei minhas coisas e cheguei.
Saí do trem e as sete e pouco da manha ainda estava escuro e muito frio. Fui atras de um guarda volume para deixar minhas coisas para visitar a cidade.
Surpresa das surpresas, nao tinha guarda volume na estação de trem!!!!!
Ou seja, eu estava cheio de coisas e sem ter onde deixar. Ou ia carregar tudo comigo ou ia embora. Confesso que deu muita vontade de ir embora, mas acabei pegando tudo e naquele breu mesmo eu fui atras da Catedral.
Nao havia nenhuma informação, placa ou quem perguntar. Peguei uma avenida principal e fui subindo, com aquele monte de peso.
Chegou uma hora que encontrei uma mulher e perguntei onde ficava a catedral e ela disse que ia lá para perto e que eu acompanhasse ela.
Agradeci e fui. Chegando na praça da catedral nao havia nem um banco para eu sentar. Fazia frio e estava tudo escuro ainda. Resolvi andar um pouco para procurar uma lanchonete ou padaria aberta.
Andei e nada de achar algo aberto e eu nao queria ir muito longe da praça da catedral para nao me perder. Depois de uns 10 minutos procurando e sem achar nada eu voltei pra praça da catedral e quando olhei pra baixo vi uma lanchonete aberta e que estava na minha cara...
Entrei, tomei um café, comi e tomei muita água. Fiquei ali dentro uma hora mais ou menos e a atendente nao sabia o horário de abertura da catedral e o guia dizia que era 07:00 mas a porra da frente estava fechada.
De repente me deu um estalo e lembrei que eles geralmente abrem uma porta lateral ou traseira nesses horários muito cedo e pronto, lá estava a porta aberta.
Entrei na catedral carregado de coisas e no inicio da missa. Eu de religioso nada tenho, mas sentei e assisti a missa. Quando o órgão começou a tocar foi uma coisa linda. Gostei muito e acho que o cansaço e todo o passado para chegar ali influenciaram na sensação daquele momento.
Depois do fim da missa fui andar um pouco dentro da catedral mas nem dava pra aproveitar muito com aquele monte de mala.
Saindo da catedral fui andar um pouco pela cidade, tirar fotos, manda postais para casa e almoçar.
Eles lá almoçavam tarde, pois meio dia do tinha eu no restaurante que estava abrindo naquele momento.
Comi um peixe da região, descansei um pouco e fui peregrinar mais um pouco pela cidade. Tava me sentindo que nem os peregrinos que vi chegando na catedral.
Resolvi andar com aquele monte de coisa ate um parque que tinha lá para ter uma vista mais ampla da cidade.
Cena insólita. Eu com um monte de coisas nas mãos arrastando tudo pela cidade e puxando a mala de rodilhas no meio da areia do parque. Só sendo turista pra fazer isso.
Tirei umas fotos e fui embora para estação de trem pois estava exausto.
Peguei o trem para Vigo e de lá teria que pegar outro para o Porto.
Cheguei em Vigo mais ou menos umas 16:30 e entao descobri que o trem para Porto só iria sair as 19 e pouco. Ou seja, tres horas quase sentado na estação de trem sem nada pra fazer.
Depois de muito esperar peguei o trem da CP para Porto. Era um trem horroroso!!!! Fui duas horas e meia sacolejando e num barulho tremendo.
Cheguei no Porto mais de dez da noite e fui perguntar como chegava no hostel e me disseram pra pegar um ônibus que passava na Dr. Magalhães.
O problema era que o retardado que me "ajudou" me mandou para o hospital que tinha o mesmo nome da rua do hostel e que era longe pra caramba.
Parei lá nos confins da cidade no meio da noite e no meio do nada. Andei um pouco e fui pra guarita de segurança do hospital pedir informação. O guarda me olhou com uma cara de "o que esse maluco ta fazendo cheio de mala aqui"?!
Me deu umas informações e ae eu catei minhas ultimas moedas e liguei prum taxi.
Mais de 20 minutos e nada do taxi. O guarda me olhou de novo e disse que tava demorando o taxi. Quase mandei ele pro quinto dos infernos porque nem pra ligar pro taxi pra mim ele ligou. Catei a ultima moeda e liguei de novo pro taxi que entao chegou em 5 minutos.
O taxista ficou chocado de como eu fui para naquele lugar e disse que mais 500 metros eu teria saído da cidade e ido parar numa vizinhança nao muito agradável.
Cheguei no hostel exausto depois de mais de 48 horas sem banho e sem dormir decentemente.
Fiz check in, corri no Mc Donalds que fechava em 10 minutos, jantei e fui dormir.
Apesar de estar numa cabine para quatro pessoas, só havia eu e mais dois e um deles teve um surto, começou a socar e tentar abrir a porta dizendo que alguém havia entrado na cabine.
Eu e o outro cara acordamos no susto, olhamos para o cara que estava atacado e falamos que ninguém podia ter entrado na cabine se ela estava trancada por dentro.
O cara fez uma careta, pediu desculpas e saiu por um tempo da cabine, voltando depois e indo dormir.
O problema é que depois disso eu nao consegui mais dormir direito. Foram horas de mau sono e me revirando na cama.
O pessoal do trem nos acordou quando faltava uns trinta minutos para a chegada. Me arrumei, escovei dente (fui o único quem escovou dente na viagem), peguei minhas coisas e cheguei.
Saí do trem e as sete e pouco da manha ainda estava escuro e muito frio. Fui atras de um guarda volume para deixar minhas coisas para visitar a cidade.
Surpresa das surpresas, nao tinha guarda volume na estação de trem!!!!!
Ou seja, eu estava cheio de coisas e sem ter onde deixar. Ou ia carregar tudo comigo ou ia embora. Confesso que deu muita vontade de ir embora, mas acabei pegando tudo e naquele breu mesmo eu fui atras da Catedral.
Nao havia nenhuma informação, placa ou quem perguntar. Peguei uma avenida principal e fui subindo, com aquele monte de peso.
Chegou uma hora que encontrei uma mulher e perguntei onde ficava a catedral e ela disse que ia lá para perto e que eu acompanhasse ela.
Agradeci e fui. Chegando na praça da catedral nao havia nem um banco para eu sentar. Fazia frio e estava tudo escuro ainda. Resolvi andar um pouco para procurar uma lanchonete ou padaria aberta.
Andei e nada de achar algo aberto e eu nao queria ir muito longe da praça da catedral para nao me perder. Depois de uns 10 minutos procurando e sem achar nada eu voltei pra praça da catedral e quando olhei pra baixo vi uma lanchonete aberta e que estava na minha cara...
Entrei, tomei um café, comi e tomei muita água. Fiquei ali dentro uma hora mais ou menos e a atendente nao sabia o horário de abertura da catedral e o guia dizia que era 07:00 mas a porra da frente estava fechada.
De repente me deu um estalo e lembrei que eles geralmente abrem uma porta lateral ou traseira nesses horários muito cedo e pronto, lá estava a porta aberta.
Entrei na catedral carregado de coisas e no inicio da missa. Eu de religioso nada tenho, mas sentei e assisti a missa. Quando o órgão começou a tocar foi uma coisa linda. Gostei muito e acho que o cansaço e todo o passado para chegar ali influenciaram na sensação daquele momento.
Depois do fim da missa fui andar um pouco dentro da catedral mas nem dava pra aproveitar muito com aquele monte de mala.
Saindo da catedral fui andar um pouco pela cidade, tirar fotos, manda postais para casa e almoçar.
Eles lá almoçavam tarde, pois meio dia do tinha eu no restaurante que estava abrindo naquele momento.
Comi um peixe da região, descansei um pouco e fui peregrinar mais um pouco pela cidade. Tava me sentindo que nem os peregrinos que vi chegando na catedral.
Resolvi andar com aquele monte de coisa ate um parque que tinha lá para ter uma vista mais ampla da cidade.
Cena insólita. Eu com um monte de coisas nas mãos arrastando tudo pela cidade e puxando a mala de rodilhas no meio da areia do parque. Só sendo turista pra fazer isso.
Tirei umas fotos e fui embora para estação de trem pois estava exausto.
Peguei o trem para Vigo e de lá teria que pegar outro para o Porto.
Cheguei em Vigo mais ou menos umas 16:30 e entao descobri que o trem para Porto só iria sair as 19 e pouco. Ou seja, tres horas quase sentado na estação de trem sem nada pra fazer.
Depois de muito esperar peguei o trem da CP para Porto. Era um trem horroroso!!!! Fui duas horas e meia sacolejando e num barulho tremendo.
Cheguei no Porto mais de dez da noite e fui perguntar como chegava no hostel e me disseram pra pegar um ônibus que passava na Dr. Magalhães.
O problema era que o retardado que me "ajudou" me mandou para o hospital que tinha o mesmo nome da rua do hostel e que era longe pra caramba.
Parei lá nos confins da cidade no meio da noite e no meio do nada. Andei um pouco e fui pra guarita de segurança do hospital pedir informação. O guarda me olhou com uma cara de "o que esse maluco ta fazendo cheio de mala aqui"?!
Me deu umas informações e ae eu catei minhas ultimas moedas e liguei prum taxi.
Mais de 20 minutos e nada do taxi. O guarda me olhou de novo e disse que tava demorando o taxi. Quase mandei ele pro quinto dos infernos porque nem pra ligar pro taxi pra mim ele ligou. Catei a ultima moeda e liguei de novo pro taxi que entao chegou em 5 minutos.
O taxista ficou chocado de como eu fui para naquele lugar e disse que mais 500 metros eu teria saído da cidade e ido parar numa vizinhança nao muito agradável.
Cheguei no hostel exausto depois de mais de 48 horas sem banho e sem dormir decentemente.
Fiz check in, corri no Mc Donalds que fechava em 10 minutos, jantei e fui dormir.
Toledo, uma cidade parada no tempo - dia 02/01
Acordei mega cedo, peguei as coisas e quando ia no banheiro dei de cara com o Brian que tinha acabado de chegar no hostel da noitada. Falamos rápido e me despedi.
Fiz o check out, deixei as malas no hostel e fui pegar o trem para Toledo.
Toledo fica pertinho de Madrid e entao cheguei lá super cedo, tava escuro ainda.
Peguei um ônibus ate o centro histórico pois tava chuviscando e muito frio e ae eu nao quis andar.
Chegando no centro fui tomar café da manha e ver meu guia pra saber o que visitar.
Tomei café, andei um pouco, o tempo começou a abrir e quando abriu o posto de informações turísticas peguei um mapa e fui andar.
A primeira coisa que vi foi o museu da Santa Cruz (ou algo assim, depois corrijo).
Era grátis a tinha uma coleção muito boa. Fiquei um tempo vendo as obras apesar de nao aguentar mais ver quadro de Cristo e afins.
El Greco imperava no museu, mas tinha um Caravaggio e um ou outro quadro de outros pintores conhecidos também.
Saindo do museu fui em direção da Catedral de Toledo.
As ruas da cidade eram impressionantes, pequenas, muitas vielas, casas muito antigas... Era uma volta nos séculos pois a cidade nunca foi remodelada em seu centro histórico.
A catedral era imensa e impressionante e a vista da torre era única. Só o atendimento do povo que trabalhava lá que era terrível.
Saindo da catedral fui atras dos monumentos que estariam abertos numa segunda-feira.
Vi a mesquita branca, que já nao era mais mesquita há tempo, algumas igrejas e conheci um pessoal da cidade mesmo que me levou para caminhar pelo parque que margeia o rio no entorno da cidade.
Ver a cidade de baixo para cima era tão interessante quanto o oposto e eu que pensava em antecipar meu trem acabei ficando ate a hora dele.
Cheguei na estação de trem e rumei para Madrid achando que ia ter pelo menos um tempo pra jantar e tomar um banho antes de ir pegar o trem para Santiago de Compostela. Doce ilusão, tive tempo de nada.
Cheguei no hostel, peguei minhas coisas e fui direto pro metro para seguir para a estação de trem que ficava ha uns 30 min de metro.
Na estação de trem nem tempo de comer tive, cheguei faltando 20 minutos pro trem sair.
Era a primeira vez que ia viajar longa distância de trem e eu ia numa cabine com cama para 4 pessoas.
Entrei, deixei as coisas na cabine, comi no vagão lanchonete, escovei os dentes (eles dão escova e pasta) e fui dormir. Seriam quase 10 horas de viagem.
Fiz o check out, deixei as malas no hostel e fui pegar o trem para Toledo.
Toledo fica pertinho de Madrid e entao cheguei lá super cedo, tava escuro ainda.
Peguei um ônibus ate o centro histórico pois tava chuviscando e muito frio e ae eu nao quis andar.
Chegando no centro fui tomar café da manha e ver meu guia pra saber o que visitar.
Tomei café, andei um pouco, o tempo começou a abrir e quando abriu o posto de informações turísticas peguei um mapa e fui andar.
A primeira coisa que vi foi o museu da Santa Cruz (ou algo assim, depois corrijo).
Era grátis a tinha uma coleção muito boa. Fiquei um tempo vendo as obras apesar de nao aguentar mais ver quadro de Cristo e afins.
El Greco imperava no museu, mas tinha um Caravaggio e um ou outro quadro de outros pintores conhecidos também.
Saindo do museu fui em direção da Catedral de Toledo.
As ruas da cidade eram impressionantes, pequenas, muitas vielas, casas muito antigas... Era uma volta nos séculos pois a cidade nunca foi remodelada em seu centro histórico.
A catedral era imensa e impressionante e a vista da torre era única. Só o atendimento do povo que trabalhava lá que era terrível.
Saindo da catedral fui atras dos monumentos que estariam abertos numa segunda-feira.
Vi a mesquita branca, que já nao era mais mesquita há tempo, algumas igrejas e conheci um pessoal da cidade mesmo que me levou para caminhar pelo parque que margeia o rio no entorno da cidade.
Ver a cidade de baixo para cima era tão interessante quanto o oposto e eu que pensava em antecipar meu trem acabei ficando ate a hora dele.
Cheguei na estação de trem e rumei para Madrid achando que ia ter pelo menos um tempo pra jantar e tomar um banho antes de ir pegar o trem para Santiago de Compostela. Doce ilusão, tive tempo de nada.
Cheguei no hostel, peguei minhas coisas e fui direto pro metro para seguir para a estação de trem que ficava ha uns 30 min de metro.
Na estação de trem nem tempo de comer tive, cheguei faltando 20 minutos pro trem sair.
Era a primeira vez que ia viajar longa distância de trem e eu ia numa cabine com cama para 4 pessoas.
Entrei, deixei as coisas na cabine, comi no vagão lanchonete, escovei os dentes (eles dão escova e pasta) e fui dormir. Seriam quase 10 horas de viagem.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Madrid sem nada pra fazer - dia 01/01
O ano novo tava ali e eu novamente acordando tarde todo moído rs.
Eu me impressionei como nessa viagem estava mais relaxado, sem o desespero de acordar cedo pra ver tudo correndo. Eu estava mais calmo, mais devagar, sem me importar de nao acordar as 6 da manha, dormindo tarde, falando menos. Tava sendo bom.
Acordei depois de uma da tarde, me arrumei, peguei as coisas e passear perto do templo Debod que é um templo egípcio que o governo do Egito doou para a Espanha em retribuição a ajuda que a Espanha deu em umas obras em Aswan se nao me engano.
O templo estava fechado mas por fora dava pra ter uma vista muita boa dele e ele ficava num parque lindo perto da praça de Espanha que parece ser linda mas estava com um inferno de ima feira de artesanato no meio.
Passei horas ali no templo tirando fotos, admirando a vista, a paisagem e vi que o teleférico ficava ali perto e como eu tinha direito a ir pelo Madrid Card, fui.
Peguei uma fila pequena e logo entrei e tive uma cabine só pra mim.
A vista lá de cima era linda. Dava pra ver uma ia parte da cidade e tirar fotos lindas. O percurso de ida e volta durava quase 25 minutos. E eu diz assim, direto, sem saltar.
Saindo do teleférico fui ver o por do sol na praça do templo mesmo, pois todos diziam que era um dos melhores de Madrid.
Realmente o por do sol ali era lindo e quando acabou voltei pro hostel para comer e arrumar a mala, ou melhor, as malas, pois no dia seguinte eu ia para Toledo e depois pegar o trem para Santiago de Compostela.
Cheguei no hostel e encontrei o Brian na recepção e saímos pra jantar. Ele me contou da noitada do da anterior e que ele tinha ido dormir de manha já e acordado depois das cinco da tarde.
Depois do jantar ele ia pra noitada de novo e eu fui arrumar minhas coisas e dormir pois o trem para Toledo era bem cedo.
Eu me impressionei como nessa viagem estava mais relaxado, sem o desespero de acordar cedo pra ver tudo correndo. Eu estava mais calmo, mais devagar, sem me importar de nao acordar as 6 da manha, dormindo tarde, falando menos. Tava sendo bom.
Acordei depois de uma da tarde, me arrumei, peguei as coisas e passear perto do templo Debod que é um templo egípcio que o governo do Egito doou para a Espanha em retribuição a ajuda que a Espanha deu em umas obras em Aswan se nao me engano.
O templo estava fechado mas por fora dava pra ter uma vista muita boa dele e ele ficava num parque lindo perto da praça de Espanha que parece ser linda mas estava com um inferno de ima feira de artesanato no meio.
Passei horas ali no templo tirando fotos, admirando a vista, a paisagem e vi que o teleférico ficava ali perto e como eu tinha direito a ir pelo Madrid Card, fui.
Peguei uma fila pequena e logo entrei e tive uma cabine só pra mim.
A vista lá de cima era linda. Dava pra ver uma ia parte da cidade e tirar fotos lindas. O percurso de ida e volta durava quase 25 minutos. E eu diz assim, direto, sem saltar.
Saindo do teleférico fui ver o por do sol na praça do templo mesmo, pois todos diziam que era um dos melhores de Madrid.
Realmente o por do sol ali era lindo e quando acabou voltei pro hostel para comer e arrumar a mala, ou melhor, as malas, pois no dia seguinte eu ia para Toledo e depois pegar o trem para Santiago de Compostela.
Cheguei no hostel e encontrei o Brian na recepção e saímos pra jantar. Ele me contou da noitada do da anterior e que ele tinha ido dormir de manha já e acordado depois das cinco da tarde.
Depois do jantar ele ia pra noitada de novo e eu fui arrumar minhas coisas e dormir pois o trem para Toledo era bem cedo.
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